segunda-feira, 19 de agosto de 2019

Polícia Civil de Goiás com apoio do DHPP da PCCE prende suspeito de feminicídio de professora cearense



A Polícia Civil do Estado de Goiás, com o apoio de equipes do Departamento de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP) da Polícia Civil do Estado do Ceará (PCCE), chegou à localização e efetuou a prisão de Rafael da Silva de Andrade (35), ex-companheiro e suspeito de matar a cearense Aila Pinto Cardoso (34). O crime aconteceu em julho deste ano, em Anápolis/GO, distante 48 quilômetros de Goiânia. O DHPP teve participação direta no tocante a reunir indícios e fazer levantamentos sobre possíveis locais onde Rafael poderia estar em solo cearense e ainda auxiliou na localização do infrator em Goiás.
Rafael da Silva foi preso em Águas Lindas de Goiás, por policiais da 11ª Delegacia Regional. A captura aconteceu após trocas de informações com o Grupo de Investigação de Homicídios (GIH) de Anápolis. Após a prisão, o suspeito foi encaminhado a uma unidade da PCGO, onde prestou depoimento e admitiu a autoria do crime contra a professora, no dia 16 do mês passado.
Visita à SSPDS
No dia 9 de agosto último, familiares, amigos e ex-colegas de trabalho de Aila Pinto Cardoso foram recebidos na Secretaria da Segurança Pública e Defesa Social do Ceará (SSPDS-CE), pelo titular da pasta, o secretário André Costa. Na ocasião, os parentes da cearense falaram sobre detalhes do ocorrido e passaram informações que foram reproduzidas aos profissionais do DHPP da PCCE e em seguida repassadas à Polícia goiana. André Costa reforçou aos presentes o compromisso que as Forças de Segurança do Estado se empenhariam em auxiliar nos trabalhos para localizar e capturar o responsável pelo crime.
O casal se conheceu através das redes sociais e após quatro meses conversando pela internet, Aila decidiu morar com Rafael em Anápolis. Dez dias após se mudar de Sobral para a cidade goiana, a cearense e o namorado discutiram e esse atrito resultou no crime. A professora foi morta a facadas e após o ocorrido, o suspeito usou seu perfil em uma rede social onde dizia ter matado a companheira após uma discussão e passou a ameaçar seus familiares.

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