quinta-feira, 7 de junho de 2018

Audiência discute diagnóstico e tratamento da doença de Parkinson



Estima-se que existam no Brasil 200 mil portadores de Parkinson, mas as deputadas afirmam que é reviso rever esses dados

“Tendo em vista o subdiagnóstico da doença de Parkinson nas redes pública e privada, em especial dos casos precoces da doença, acaba ocorrendo o atraso do início do tratamento adequado, ocasionando sério prejuízo ao portador”, afirmam as deputadas Soraya Santos (PR-RJ), Carmem Zanotto (PPS-SC) e Mara Gabrilli (PSDB-SP), no requerimento que pediu a realização do debate.
Segundo as parlamentares, o desconhecimento sobre os sintomas da doença, além do tremor, leva a situações diárias de constrangimento, humilhação, vergonha e até assédio.
As deputadas afirmam ainda que é preciso rever os critérios dos programas de farmácia popular, pois atualmente, o portador de Parkinson menor de 51 anos não consegue comprar o principal medicamento adotado no tratamento dos sintomas (Prolopa). Esse remédio, segundo elas, é o mesmo utilizado há décadas.
Da Redação – ND 'Agência Câmara Notícias'

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