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domingo, 18 de novembro de 2018

Polícia Civil estoura fábrica clandestina de perfumes falsificados que funcionava em Horizonte



Uma ação de policiais civis da Delegacia Metropolitana de Horizonte, após checar uma denúncia anônima, resultou no fechamento de uma fábrica clandestina que falsificava perfumes de marcas nacionais e importadas. A ação ocorreu na última quarta-feira (14), no bairro Queimadas, em Horizonte, na Área Integrada de Segurança 13 (AIS 13).
No imóvel, os policiais apreenderam a matéria prima utilizada nas falsificações, além de centenas de frascos de perfumes. No local, o responsável pela fábrica não foi localizado, porém, já foi identificado e deve prestar depoimento. O homem deverá responder pelo crime de fabricação e a venda de produtos falsificados.
Conforme o delegado Ed Carlos de Sousa Lima, titular da Metropolitana, o local onde os produtos químicos eram manipulados não apresentava condições mínimas de higiene. “O que pudemos observar é que o local não tem a menor condição de funcionamento. O uso dos produtos ali fabricados é um risco constante para as pessoas que se aventuravam a comprar esses perfumes”, disse o delegado.Ainda segundo Ed Carlos, as investigações apontaram que os produtos fabricados eram revendidos na região e em feiras livres no Interior do Estado. “Fica o alerta para que a população desconfie desse tipo de produto que é oferecido em locais inadequados e com o preço muito inferior ao produto vendido em lojas credenciadas. Os perfumes falsificados podem causar um sério dano à saúde. A pele com o produto em contato com o sol pode desenvolver doenças graves”, pondera o delegado.


Saiba mais
A fabricação e a venda de produtos falsificados, a que se referem os cosméticos, é crime – considerado hediondo – previsto no artigo 273 parágrafo 1º A do Código Penal, com pena de reclusão prevista de 10 a 15 anos, e multa.

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