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quarta-feira, 19 de setembro de 2018

Pesquisa Ibope indica Bolsonaro, Haddad e Ciro à frente na corrida ao Planalto



De acordo com a mais recente pesquisa de intenção de voto do eleitorado brasileiro, Jair Bolsonaro (PSL) tem 28% das preferências, Fernando Haddad (PT) 19%, Ciro Gomes (PDT) 11%, Geraldo Alckmin (PSDB) 7%, e Marina Silva (Rede), 6%.Álvaro Dias (Podemos), João Amoêdo (Novo) e Henrique Meirelles (MDB) têm 2% das intenções de voto. Cabo Daciolo (Patriota) registrou 1%. Vera Lúcia (PSTU), Guilherme Boulos (PSOL), João Goulart Filho (PPL) e Eymael (DC) não pontuaram na pesquisa.O levantamento do Ibope, registrado no Tribunal Superior Eleitoral (BR-09678/2018), ouviu 2.506 eleitores, em 177 municípios, entre domingo (16) e hoje (18). A pesquisa, para a TV Globo e jornal O Estado de S. Paulo, tem nível de confiança de 95% e a margem de erro é de dois pontos percentuais para mais ou para menos.Segundo os dados divulgados terça-feira (18), Fernando Haddad subiu 11 pontos percentuais entre o levantamento de 11 de setembro e o divulgado onetm. Jair Bolsonaro cresceu dois pontos percentuais. Ciro Gomes manteve o mesmo percentual. Já Geraldo Alckmin perdeu dois pontos percentuais e Marina Silva recuou três pontos percentuais.
Álvaro Dias, João Amoêdo e Henrique Meirelles perderam um ponto percentual. Cabo Daciolo, Vera Lúcia, Guilherme Boulos, João Goulart Filho e Eymael não apresentaram mudanças nos percentuais de intenção de votos entre as duas pesquisas.
Entre os dois levantamentos, o percentual indicado de votos nulos e brancos recuou cinco ponto percentuais – de 14% para 11%. Manteve-se estável (7%) a proporção de entrevistados que não sabem em quem vai votar ou não respondeu.

Percentuais de rejeição
O Ibope pesquisou também as taxas de rejeição dos candidatos à Presidência. Assim, 42% dos entrevistados declararam não votar “de jeito nenhum” em Jair Bolsonaro e 29% responderam que não votam em Fernando Haddad. Os percentuais não são excludentes.
Marina Silva tem taxa de rejeição de 26%; Geraldo Alckmin, 20% e Ciro Gomes, 19%. Henrique Meirelles não seria escolhido por 12% dos entrevistados. Cabo Daciolo e Eymael têm, cada um, 11% de rejeição.
Guilherme Boulos e Alvaro Dias têm rejeição de 10%, cada um. Vera Lúcia e João Amoêdo não seriam votados por 9% dos entrevistados. A taxa de rejeição de João Goulart Filho é de 8%.
Do total de entrevistados, 2% disseram que poderiam votar em todos os candidatos e 9% cento declararam não saber em quem não votariam ou não quiseram responder.
A rejeição de Jair Bolsonaro subiu um ponto percentual. A taxa de rejeição de Haddad cresceu seis pontos percentuais. Marina Silva e Ciro Gomes oscilaram em dois pontos percentuais. Geraldo Alckmin, Henrique Meirelles e Alvaro Dias apresentaram um ponto percentual a mais de rejeição.
A rejeição de Vera Lúcia caiu em dois pontos percentuais. Guilherme Boulos e João Amoêdo diminuíram as respectivas rejeições em um ponto percentual. A rejeição de Cabo Daciolo, Eymael e João Goulart Filho ficaram estáveis.

Segundo turno
Nos cenários para o segundo turno da eleição presidencial, em que participarão os dois mais votados no primeiro turno, Fernando Haddad e Jair Bolsonaro aparecem empatados com 40% das intenções de voto cada um. Neste cenário, o número de votos em branco ou nulo totalizam 15% e 5% não souberam e nem quiseram responder.
Em caso de uma disputa entre Ciro Gomes e Jair Bolsonaro, o cenário é de empate técnico, de 40% e 39% das intenções de voto, respectivamente. Neste caso, o número de votos em branco ou nulo totalizam 15% e 6% não souberam e nem quiseram responder.
Uma eventual disputa no segundo turno entre Geraldo Alckmin e Jair Bolsonaro, ambos alcançariam 38% dos votos. Nessa possibilidade, o número de votos em branco ou nulo totalizam 18% e 6% não souberam e nem quiseram responder.
De acordo com o Ibope, em uma disputa com Marina Silva, Jair Bolsonaro teria vantagem de cinco pontos percentuais. O ex-capitão do Exército atingiria 41% dos votos e a ex-ministra 36%. Nessa hipótese, o número de votos em branco ou nulo totalizam 18% e 5% não souberam e nem quiseram responder.

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